Dr. Conrado Pascini

Urologista · CRM-SP 164170 · RQE 112576

Dr. Conrado G.
Pascini

Especialista em Litíase Urinária, Onco-Urologia,
Disfunções Miccionais e Andrologia

Cirurgia Robótica · Tratamentos Minimamente Invasivos · São Paulo

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Anos de Experiência

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Especialidades

Da Vinci

Cirurgia Robótica

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Atendimento Humanizado

Dr. Conrado G. Pascini
Dr. Conrado Pascini em cirurgia robótica
Cirurgia Robótica Certificado
CRM-SP 164170

Comprometido com a excelência em Urologia

Graduado em Medicina pela Universidade de Santo Amaro (2013), Dr. Conrado G. Pascini realizou residência em Cirurgia Geral e em Urologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, concluindo sua especialização em Urologia em 2019.

Em 2022, obteve certificação em Cirurgia Robótica pelo Instituto Falkee em parceria com o Hospital Samaritano de São Paulo — tornando-se habilitado a operar com o sistema da Vinci Xi, referência mundial em precisão cirúrgica minimamente invasiva.

Com sólida experiência clínica e cirúrgica, atua com foco em litíase urinária, onco-urologia, disfunções miccionais e andrologia, oferecendo diagnóstico preciso e abordagem individualizada para cada paciente.

CRM-SP 164170
RQE 112576
Formação HSPE 2019
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Especialidades

Tratamento especializado com diagnóstico preciso e abordagem moderna para cada condição urológica

Litíase Urinária - tratamento a laser

Litíase Urinária

Diagnóstico e tratamento de cálculos renais e urinários com técnicas minimamente invasivas, priorizando eficácia e recuperação rápida.

  • Cálculos renais e ureterais
  • Ureteroscopia flexível com laser
  • Nefrolitotripsia percutânea
  • Litotripsia extracorpórea (LECO)
Perguntas frequentes →
Onco-Urologia - câncer de próstata

Onco-Urologia

Tratamento especializado dos tumores urológicos com foco em diagnóstico precoce, estadiamento adequado e melhores desfechos oncológicos.

  • Câncer de próstata
  • Câncer de rim e bexiga
  • Tumores do trato urinário
  • Acompanhamento oncológico
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Disfunções Miccionais - bexiga e uretra

Disfunções Miccionais

Avaliação e tratamento de distúrbios do trato urinário inferior, com abordagem clínica e cirúrgica individualizada.

  • Incontinência urinária
  • Bexiga hiperativa
  • Obstrução urinária
  • Hiperplasia prostática benigna
Saiba mais →

Andrologia

Cuidado integral da saúde masculina, com diagnóstico e tratamento de condições que afetam a função reprodutiva e sexual do homem.

  • Disfunção erétil
  • Infertilidade masculina
  • Vasectomia
  • Postectomia (circuncisão)
Perguntas frequentes →

Cirurgia Robótica
da Vinci Xi

Certificado pelo Instituto Falkee em parceria com o Hospital Samaritano, Dr. Conrado Pascini oferece cirurgia robótica com o sistema da Vinci Xi — a tecnologia mais avançada disponível em urologia.

Maior precisão

Movimentos com tremor filtrado e visão 3D ampliada

Menos dor e sangramento

Incisões mínimas com recuperação mais rápida

Internação reduzida

Retorno às atividades em menor tempo

Consultar sobre cirurgia robótica
Sistema robótico da Vinci para cirurgia urológica

Perguntas Frequentes

Informações sobre as condições mais comuns tratadas em urologia

O cálculo renal, popularmente chamado de "pedra no rim", é uma formação sólida que se desenvolve nos rins ou nas vias urinárias a partir da cristalização de minerais e sais presentes na urina. Pode variar de tamanho — de um grão de areia a centímetros — e dependendo do tamanho e da localização pode causar dor intensa ou passar despercebido.

O sintoma mais característico é a cólica renal — dor lombar intensa, em cólica, que pode irradiar para o baixo ventre e região genital. Outros sintomas incluem: sangue na urina (hematúria), náuseas e vômitos, dor ao urinar e urgência miccional. Atenção: febre associada à cólica renal é sinal de urgência — procure atendimento imediato.

O tratamento depende do tamanho e localização do cálculo. As principais opções são:

  • Observação + hidratação — para cálculos pequenos que podem ser eliminados espontaneamente
  • LECO (Litotripsia Extracorpórea) — ondas de choque que fragmentam o cálculo sem cirurgia
  • Ureteroscopia com laser — endoscopia para fragmentar e remover o cálculo
  • Nefrolitotripsia percutânea (PCNL) — para cálculos grandes ou complexos

A prevenção é fundamental, especialmente para quem já teve cálculos. As principais medidas são: ingerir pelo menos 2–3 litros de água por dia (urina deve ser clara), reduzir o consumo de sal e proteína animal, evitar excesso de oxalato (espinafre, chocolate, amendoim) e, em alguns casos, usar medicamentos específicos conforme orientação médica.

O rastreamento é recomendado a partir dos:

  • 50 anos — para homens sem fatores de risco
  • 45 anos — para homens com histórico familiar de câncer de próstata (pai, irmão)
  • 40 anos — para portadores da mutação BRCA2 ou com histórico familiar de alto risco

O rastreamento consiste em PSA (exame de sangue) e toque retal anual.

O câncer de próstata em estágio inicial frequentemente não causa sintomas — por isso o rastreamento é tão importante. Quando presentes, os sintomas podem incluir: dificuldade para urinar, jato urinário fraco, urinar com frequência à noite, sangue na urina ou no sêmen. Esses sintomas também podem ser causados por doenças benignas da próstata.

O diagnóstico envolve: PSA sérico (Antígeno Prostático Específico), toque retal, ressonância magnética multiparamétrica da próstata (mpRM) e biópsia prostática guiada por fusão de imagem — quando indicada. O conjunto desses exames permite estadiar com precisão antes de definir o tratamento.

O tratamento depende do estadiamento e das características individuais do paciente. As opções incluem: vigilância ativa (para tumores de baixo risco), prostatectomia radical (remoção cirúrgica da próstata, preferencialmente robótica), radioterapia, braquiterapia, terapia hormonal e quimioterapia para casos avançados. A escolha é sempre individualizada.

Postectomia é o procedimento cirúrgico de remoção total ou parcial do prepúcio (pele que recobre a glande do pênis). É indicada nos casos de fimose (estreitamento do prepúcio), infecções recorrentes (balanopostite), parafimose e em alguns casos de doenças dermatológicas do prepúcio.

Balanopostite é a inflamação/infecção da glande (balan-) e do prepúcio (-postite), podendo ser causada por fungos (candidíase), bactérias ou outras condições. Os sintomas incluem vermelhidão, coceira, secreção e dificuldade para retrair o prepúcio. O tratamento inicial é medicamentoso, mas casos recorrentes podem indicar a necessidade de postectomia.

A postectomia é um procedimento cirúrgico ambulatorial realizado sob anestesia local ou sedação. A duração é de aproximadamente 30–45 minutos. O paciente retorna para casa no mesmo dia. A técnica cirúrgica moderna garante excelente resultado estético e funcional.

A recuperação completa leva de 2 a 4 semanas. Nos primeiros dias pode haver edema (inchaço) e desconforto, controlados com analgésicos. O repouso sexual é recomendado por cerca de 4 semanas. Cuidados com higiene local são orientados pelo médico. A maioria dos pacientes retorna às atividades normais em 3–5 dias.

A vasectomia é um procedimento cirúrgico de esterilização masculina que consiste no corte e ligadura dos canais deferentes — os ductos que transportam os espermatozoides dos testículos até a uretra. É considerado o método anticoncepcional masculino mais eficaz e definitivo disponível.

A vasectomia é um procedimento ambulatorial realizado sob anestesia local, com duração de aproximadamente 20–30 minutos. Na técnica "sem bisturi" (percutânea), utiliza-se uma pequena perfuração no escroto, sem necessidade de corte com tesoura. O paciente retorna para casa no mesmo dia e pode retomar atividades leves em 48 horas.

A vasectomia não tem efeito imediato. Espermatozoides armazenados nas vias urinárias ainda estão presentes após o procedimento. A esterilidade só é confirmada após espermograma com resultado negativo — geralmente realizado 90 dias após a cirurgia. Métodos contraceptivos devem ser usados até então.

Tecnicamente existe a vasectomia reversa (vasovasostomia), porém as taxas de sucesso caem significativamente com o tempo: 70–90% em até 3 anos, 30–50% após 10 anos. A lei brasileira exige que o paciente tenha no mínimo 25 anos ou 2 filhos vivos para realizar o procedimento, e o consentimento informado sobre o caráter definitivo é obrigatório.

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A satisfação dos pacientes é o reflexo do nosso compromisso com o cuidado individualizado

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